sexta-feira, 6 de abril de 2007

A Europa... ainda está viva !





Ironia
vs
"tam-tam"


No passado dia 24 de Março a selecção de futebol da Lituânia recebeu a sua congénere da França.
Após a audição dos hinos dos respectivos países os adeptos lituanos apresentaram uma faixa gigante onde figurava o mapa de África pintado com as cores da bandeira gaulesa, tendo por legenda “Bienvenue en Europe” (em francês).

Constou que alguns jogadores “franceses” não terão conseguido ler a legenda por desconhecerem a língua em que a mesma estava redigida…

in " http://arqueofuturista.wordpress.com"

segunda-feira, 2 de abril de 2007

Os democratas !





Ineptos e Corruptos


A palavra corrupção deriva do latim "corruptus" que, numa primeira acepção, significa quebrado em pedaços e numa segunda acepção, apodrecido, pútrido.
Por conseguinte, o verbo corromper significa tornar pútrido, podre.
(in "Wikipédia")
--------------------------------------

Uma trapalhada.
A primeira auditoria realizada pelo Tribunal de Contas (TC) aos gabinetes ministeriais e dos primeiros-ministros dos últimos três governos revela falta de transparência nos processos de admissão, total discricionaridade na tabela salarial e mesmo situações ilegais.

Entre as críticas apontadas, relativas a uma análise do período entre 2003 e 2005, está “a opacidade do teor e conteúdo de múltiplos despachos de recrutamento de pessoal dos gabinetes (...) e até da sua não publicação no Diário da República”.

Segundo um relatório do Tribunal de Contas (TC), os gabinetes ministeriais, entre 2003 e 2005, usaram verbas dos seus orçamentos para transferirem dinheiro para outras entidades públicas e privadas.

Como é que tudo isto é possível, existindo leis que regulam estas matérias?
Com truques, responde o TC.
Um dos exemplos mais citados é, por exemplo, a entrada para gabinetes, com o quadro já completo, de “especialistas”, equiparados a adjuntos e secretários pessoais.
Esta figura jurídica, de acordo com a lei, só deve ser usada para trabalhos, estudos ou missões de carácter eventual e extraordinário, mas quase todos os ministros e secretários de Estado subverteram este carácter temporário.

Tomando apenas em consideração os 184 gabinetes estudados e validados (de um total de 205, para o período), as despesas de funcionamento foram de 151,5 milhões de euros.

Por outro lado, no entanto, o relatório indicia que o Governo de José Sócrates terá sido aquele que mais admissões permitiu e que mais recorreu a formas pouco transparentes no processo de recrutamento.
(in "Público")
---------------------------

Mais de 150 milhões de Euros em extras…

E fecham-se escolas e maternidades…
E invadem-nos com mão-de-obra não qualificada, com indigentes, prostitutas e delinquentes !
Fazem a genoflexão servil perante o poder financeiro, beijam os pés aos gurus de seitas politico-religiosas e destroem a Natureza em nome de um suposto progresso.
Transmutam o desporto em espectáculo, e o espectáculo em mercado de horrores, em promoção a idolos de ignaros e ineptos .
"Panem et circenses", era o que, na Roma decadente, o poder politico oferecia ao povo.
Nisso estamos !
Promovem-se obras faraónicas (Ota, Tgv…) para beneficio dos que subsidiam os "partidos", entrega-se o controlo da informação a grupos estrangeiros, apoiam-se os "centros comerciais" em prejuizo evidente do pequeno comércio, abandona-se o rural em beneficio de metrópoles amorfas e desconformes, promove-se a ignorância e o vicio, manipula-se a História e deturpam-se os conceitos, abandona-se a ética e esquece-se a estética…
Que deverá fazer, ainda, a corja política para que o povo os defenestre ?
(António Lugano)

domingo, 1 de abril de 2007

Há algo de podre no reino de Espanha (II)


A agonia de uma imensa mentira !

Na manhã de 11 de Março 2004 explodiu nos combóios suburbanos de Madrid um explosivo que continha nitrato de amónio, nitroglicol, nitroglicerina e dinitrotolueno, tal como indicaram as primeiras análises efectuadas.
Porém, alguém decidiu ocultar esses dados, que apontavam a ETA (esses quatro componentes formam parte da Titadyne, explosivo habitualmente utilizado pela banda) e criar provas falsas para poder responsabilizar algum grupo islâmico.
Esse trabalho de encobrimento incluiu a destruição dos combóios afectados, o que, jurídicamente constitui uma "ocultação e destruição de provas" !

Recentemente ordenadas pelo Tribunal, novas análises realizadas sobre restos de pó de extintor encontrados no interior do comboio da estação de El Pozo, confirmam a existência de um explosivo que continha os citados componentes do habitual explosivo da ETA.
Uma evidência de que o explosivo utilizado nada tem de comum com a Goma2-ECO, da versão divulgada pelo governo de Zapatero, mas sim, e claramente, com o Titadyne utilizado pela ETA.

Estas análises, realizadas por oito peritos designados pelo Tribunal entregarão o relatório final no próximo dia 10 de Abril, mas são já conhecidas as conclusões dos exames realizados no cromatógrafo de gases e no cromatógrafo de sólidos, estando somente pendente a análise quantitativa, ou seja, a proporção em que os produtos aparecem.

Aliás, e como complemento de confirmação, tenhamos presente que o explosivo, agora revelado pelas citadas análises solicitadas pelo juiz Javier Gómez Bermúdez, é do mesmo teor que o detectado na furgoneta bomba (com placas de matricula falsas), roubada em França no mês de Novembro de 2003 e interceptada pela policia a 28 de Fevereiro de 2004 (alguns dias antes dos atentados do 11M) em Cañaveras (Cuenca), e que continha 506 quilos de cloratita, 30 de dinamite, 90 metros de cordão detonante e um temporizador.
Nesse momento, o Ministério do Interior espanhol revelou que um atentado em Madrid "era iminente" (jornal "El Mundo" de 1 de Março de 2004).

As referidas análises evidenciam que o governo socialista "inventou" toda uma série de implicações relacionadas com o roubo de Goma2-ECO numas minas asturianas e com a subsequente "descoberta" desse mesmo explosivo numa furgoneta suspeita (no interior da qual os cães especializados nada encontraram) e numa bolsa que continha, além desse explosivo, um telefone portátil com um cartão de pré-pago que levou a policia à pista dos islâmicos terroristas !

Estas análises derrubam a versão oficial e, simultaneamente, põe em causa a legitimidade de um governo que acedeu ao poder através de uma gigantesca manobra de manipulação da opinião pública, lançando a culpa dos atentados sobre um "complot" islâmico que pretendia castigar o governo do PP pela sua intervenção no Iraque, aliás uma infeliz decisão do governo de Aznar que fez participar Espanha na "peregrina" busca de armas de destruição massiva, que somente existiram na mente dos estrategas da Casa Branca para justificar o desmantelamento económico-politico do Iraque, a destruição (consciente) de restos arqueológicos sumérios (porquê ?), o controlo dos poços de petróleo e assenhorar-se de uma posição geoestratégica para futuras "aventuras" no Médio Oriente.

Desviando a atenção para o terrorismo islâmico, o governo socialista (em funções como consequência dos atentados) pretendeu ilibar a ETA e, assim, abrir o processo de entrega das províncias bascas, não aos nacionalistas, mas à banda marxista-mafiosa.

Permitir o acesso de Batasuna às eleições, retirar acusações contra o terrorista Otegui ou a libertação do assassino Juana Chaos, são o preço que paga o PSOE à ETA pelo massacre do 11 de Março de 2004, que lhe permitiu ocupar o poder.

A tarefa de ocultação de provas que indiciavam a ETA como autora do sucesso causador de quase 200 mortos e mais de 1 400 feridos, foi agora desmantelada pelas novas análises.

Que nos dirá o futuro próximo ?

sábado, 31 de março de 2007

Música da Europa




Johann Sebastian Bach

Nasce em Eisenach (Alemanha) a 21 de Março de 1685 (segundo o calendário juliano então em uso, correspondendo ao 31 de Março do actual calendário gregoriano) e expira em Leipzig a 28 de Julho de 1750.
Faz parte da 5ª geração de uma familia com tradição musical iniciada por um tal Veit Bach, vindo da Hungria para a Alemanha (Turingia) no século XVI, constituindo a mais importante familia de músicos da história da música europeia.

Com a primeira esposa (Maria Barbara Bach - 1684/1720) foi pai sete vezes, e treze vezes com a segunda esposa (Anna Magdalena Bach - 1701/1760).

Johann Sebastian desde muito cedo se afirma como extraordinariamente dotado para a música, possuindo o que se denomina "ouvido absoluto), uma característica genética que permite identificar uma nota musical na ausência de qualquer referência.
A sua obra é notável pelo rigor e riqueza harmónica, melódica e contrapontística, assim como pela perfeição formal e dominio técnico, elevando a "música barroca" ao apogeu.
Porém, após a sua morte, porque "passado de moda", tanto a música como o compositor caem na indiferença e quase no esquecimento.

O próprio Amadeus Mozart somente à idade de 26 anos (em 1782) toma conhecimento da obra de Bach, e isso porque o barão Van Swieten, um apaixonado pela música barroca e proprietário de uma riquíssima biblioteca musical, lhe dá a conhecer uma parte da obra de Bach e os Oratórios de Haendel.
Beethoven inspirou-se na arte do "contraponto" de Bach para compor a "Missa Solemnis", que considerava "a sua maior obra" !
O génio do compositor barroco é redescoberto no século XIX por Mendelssohn que, sucessor de Bach como "mestre " na igreja luteriana de S. Tomás, em Leipzig, apresenta públicamente "a Paixão segundo S. Mateus" ("Matthäuspassion"), uma das obras melhor conseguidas de Bach, um dos pilares da música com "A flauta encantada" de Mozart ou a "9ª Sinfonía" (com coro) de Beethoven.

O termo "barroco" provém da lingua portuguesa e era utilizado para designar as "pérolas cuja forma era irregular".
Em finais do século XVI designava, de forma pejorativa, um tipo de arquitectura de origem italiana e, mais tarde, perdendo a conotação pejorativa, foi usado para qualificar a música da época.
Na história da música, o "barroco" estende-se na Europa desde principios do século XVII até meados do século XVIII, sucedendo à estética renascentista e precedendo a do clasicismo.
Geralmente divide-se o periodo barroco em três fases : barroco antigo (1600-1650), barroco médio (1650-1700) e barroco tardio (1700-1750), convencionando-se o seu inicio com Claudio Monteverdi (1567-1643), atingindo o apogeu com Johann Sebastian Bach e Georg Friedrich Haendel (1685- 1759), e terminando com Jean-Philippe Rameau (1683 -1764) e Georg Philipp Telemann (1681-1767).
É no periodo "barroco" que a música instrumental se emancipa e deixa de ser simplesmente acompanhante da polifonia vocal, desenvolvendo novas técnicas e formas expressivas.
Alguns compositores "barrocos" a distinguir : Marc-Antoine Charpentier (1643-1704) ; Arcangelo Corelli (1653-1713) ; Tomaso Albinoni (1671-1751) ; Antonio Vivaldi (1678-1741) ; Pietro Locatelli (1695-1764) ; Domenico Scarlatti (1685-1757)

sexta-feira, 30 de março de 2007

"Pax Americana"




Chegou a vez do Irão ?





Informa a agência russa RIA-Novosti que, "segundo fontes da espionagem russa", as forças armadas americanas e da OTAN preparam-se para um iminente ataque ao Irão.

Ao ataque, desde os 45 barcos de guerra que efectuam "exercícios" no Golfo Pérsico (10 000 homens e uma centena de aviões), haverá que adicionar os bombardeiros (B-52 e F1) que descolarão de bases inglesas e norte-americanas, assim como aviões de guerra electrónica estacionados em bases (recém terminadas) no território da Bulgaria e da Roménia (que foram pagas com a entrada apressada destes dois países na denominada União Europeia).

Segundo o diário digital russo Newsru.com, o plano de ataque prevê bombardear durante 12 horas instalações nucleares (Natanz ; Isfahan ; Arak ; Bushehr) e alvos militares estratégicos, não estando previsto, para já, nenhuma operação terrestre.

A página digital DEBKAfile, próxima dos serviços secretos israelitas, informa que o ataque ao Irão está codificado como "operação Bite" ("mordisco") e está programado para a madrugada do próximo dia 6 de Abril.

O "Sunday Times" anuncia que o governo iraniano treinou vários milhares de suicidas preparados para atacar objectivos europeus e americanos em caso de ataque militar ao Irão !

Uma vez mais, como na Palestina, no Afeganistão e no Iraque, lá vai a Europa implicar-se nas jogadas dos "senhores do petróleo" e nas habituais "gue-guerras" entre judeus e muçulmanos !

Onde estará a fronteira entre a realidade e o virtual, entre a informação e a manipulação ?

Se realmente existe um perigo de proliferação da arma atómica porque se permite que Israel possua um arsenal atómico de cerca de 400 ogivas e respectivos mísseis transportadores ? E porque se permite que o Paquistão e a India tenham bombas atómicas ? E a Coreia do Norte ?

Lamentando a morte de tantos milhares de civis inocentes, será que vamos ter mais um capitulo da "paródia bushiana" das armas de destruição "massiva" !
Formulo o voto de que este alarme não passe disso mesmo… um alarme, sem consequências !

quinta-feira, 29 de março de 2007

A invasão imigratória


O "painel" do PNR


Recebi hoje o seguinte "e:mail" do "Fórum Nacional" :

Através de uma iniciativa inédita, lançada no Fórum Nacional por um grupo de simpatizantes do PNR, foi hoje colocado no centro de Lisboa um outdoor da campanha do PNR contra a imigração.
(…)

O meu total apoio !
Mas, não entendo porque se referem a "outdoor" em vez de "painel" ou "quadro", termos directamente provenientes do latim ?
Se em certas técnicas temos, infelizmente, que recorrer ao inglês porque os "nossos" académicos da lingua estão entretenidos a converter o português em brasileiro, a linguagem corrente tem soluções suficientes.
Lembro que "cartaz" é um termo de origem árabe : "Kartas" !

Assim que : "Total apoio ao "painel do PNR" !"
……….

" Nas últimas décadas, a par da entrada descomunal de populações oriundas de países não europeus, assistiu-se à constituição de numerosos guetos nos subúrbios das grandes cidades, cujos residentes se recusam a acatar as leis vigentes.

Por seu turno, o recurso sistemático à mão-de-obra imigrante implica a redução dos salários e a consequente diminuição do nível de vida dos trabalhadores portugueses.

Perante este panorama desolador, e antes que o flagelo alastre até proporções incontroláveis, o Partido Nacional Renovador propõe várias medidas para debelar este fenómeno."

in "http://www.pnr.pt/portal/"

quarta-feira, 28 de março de 2007

Regionalização

.


Poder
Local
.
.
.
.
.
.


O Poder Local é, na realidade, um “não-poder”, isto é, não existe, actualmente, enquanto efectivo poder, emanado dos munícipes, e actuante por força da autoridade que estes lhe conferem. Mesmo assim, o preenchimento dos diversos lugares de decisão é preocupação constante das forças políticas, que vêem neles uma forma de controlo das populações e um meio fácil de angariação de votos.

O poder autárquico depende em quase tudo do poder central. As suas finanças, o seu âmbito e respectivos modos e limites de acção, são decididos centralmente. Por sua vez, os partidos políticos, cujo interesse último é um bom resultado eleitoral, tendem a desenvolver a sua actividade mais no interesse próprio do que no efectivo interesse das populações.

Não é este o conceito Nacionalista de Poder Local.

(in http://movimentopropatria.wordpress.com)