
.
Luis Pío Moa Rodríguez, nascido em Vigo em 1948, é um jornalista e historiador especialista em temas relacionados com a Guerra Civil Espanhola, a República e os movimientos políticos desse periodo.
Antigo activista antifranquista, durante a sua juventude militou no Partido Comunista Espanhol (PCE) de que conhece os métodos e as finalidades.
A sua obra, essencialmente uma revisão da "memória marxista" da Guerra Civil, é constituida por diversos ensaios históricos que se situam entre as obras mais vendidas em Espanha.
Para os marxistas, Pio Moa é um "sapo difícil de engolir", assim que, no âmbito da sensibilidade habitual nesses individuos, o propósito é silenciar um historiador que se enfrenta às suas fantasias.
Um portavoz de Izquierda Unida (IU) em Madrid pediu, recentemente, a prisão para Moa, para ser reeducado nos "principios democráticos" !
Atitude muito de acordo com os principios da "Cheka", policía secreta soviética, criada a 20 de Dezembro de 1917, cujos métodos foram emulados pelos milicianos da República espanhola.
O historiador norte-americano Stanley George Payne, especialista da história espanhola, professor emérito de História na Universidade de Wisconsin-Madison, tem elogiado em repetidas ocasiões os trabalhos de Pío Moa, sobre tudo as suas investigações sobre o periodo que vai de 1933 a 1936:
"Tem efectuado uma análise realmente original e chegou a conclusões que não foram nunca refutadas. Denunciam-no, vetam-no, mas não conseguiram nunca rebater com provas as teses de Moa sobre a República".
(Entrevista com Stanley G. Payne, por Fernando Sanz Villanueva, em Libertad Digital, 1 de Dezembro de 2006.)
Desde aqui, manifestamos a nossa solidariedade com Pio Moa, assim como com todos os que, no quadro do "revisionismo histórico", reinterpretam os actos históricos à luz de novas análises, mais precisas e menos condescendentes com o "politicamente correcto".
Antigo activista antifranquista, durante a sua juventude militou no Partido Comunista Espanhol (PCE) de que conhece os métodos e as finalidades.
A sua obra, essencialmente uma revisão da "memória marxista" da Guerra Civil, é constituida por diversos ensaios históricos que se situam entre as obras mais vendidas em Espanha.
Para os marxistas, Pio Moa é um "sapo difícil de engolir", assim que, no âmbito da sensibilidade habitual nesses individuos, o propósito é silenciar um historiador que se enfrenta às suas fantasias.
Um portavoz de Izquierda Unida (IU) em Madrid pediu, recentemente, a prisão para Moa, para ser reeducado nos "principios democráticos" !
Atitude muito de acordo com os principios da "Cheka", policía secreta soviética, criada a 20 de Dezembro de 1917, cujos métodos foram emulados pelos milicianos da República espanhola.
O historiador norte-americano Stanley George Payne, especialista da história espanhola, professor emérito de História na Universidade de Wisconsin-Madison, tem elogiado em repetidas ocasiões os trabalhos de Pío Moa, sobre tudo as suas investigações sobre o periodo que vai de 1933 a 1936:
"Tem efectuado uma análise realmente original e chegou a conclusões que não foram nunca refutadas. Denunciam-no, vetam-no, mas não conseguiram nunca rebater com provas as teses de Moa sobre a República".
(Entrevista com Stanley G. Payne, por Fernando Sanz Villanueva, em Libertad Digital, 1 de Dezembro de 2006.)
Desde aqui, manifestamos a nossa solidariedade com Pio Moa, assim como com todos os que, no quadro do "revisionismo histórico", reinterpretam os actos históricos à luz de novas análises, mais precisas e menos condescendentes com o "politicamente correcto".
.
7 comentários:
Prezado Filomeno
Esse "alegato" é demonstrativo da mediocridade intelectual dos que criticam Pio Moa.
Cordialmente.
É por essas e por outras, que a minha alergia a comunistas é congénita!
Cumprimentos
Defiende el legado del General Franco
Hombre Sabio
dolores delgado, la que bebe de la copa de Baltasar garzón real
Enviar um comentário